Não é de hoje que muitas pessoas
se queixam de ansiedade, e pior, acabam comendo muito, mas muito quando se
sentem assim. A comida traz a ilusória sensação de alívio da ansiedade, mas
isso é muito momentâneo, pois após a comilança a sensação de culpa e mal estar
aparecem. A insatisfação permanece e reforça a culpa pelo namoro que não deu
certo e até pelo doce que você está prevendo devorar. Enfim, esse emaranhado de
emoções negativas rouba suas forças para agir a seu favor.
O psicoterapeuta Marco Antônio De
Tommaso dá a dica: Você precisa de uma mudança
radical de comportamento e estilo de
vida. Mas entenda bem, radical, porém
viável e sustentável. Pois só assim você conseguirá desligar a conexão entre
ansiedade e comida.
Por onde começar?
“Cultivando amor e respeito pelo
corpo.” Mesmo que suas medidas não sejam as que você deseja, isso não
desqualifica a pessoa que você é. Pare de se depreciar e comece a valorizar o
que você tem de bom. Concentre-se nos seus pontos fortes, procure se conhecer
cada vez mais. Seja você sua melhor amiga e acredite: você é capaz de finalizar
uma dieta e seguir um diário alimentar completo.
“A partir daí você vai ter
vontade de colocar em prática várias outras coisas boas da vida que estavam
ficando para trás em detrimento da comida”, diz Tommaso.
Amar-se ainda é o melhor remédio.
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